ESCLARECIMENTOS DO DECRETO CONTRA O COMUNISMO DA IGREJA CATOLICA

 

 

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O Decreto contra o comunismo é um documento da Igreja Católica de 1949, ordenado pelo Papa Pio XII que excomunga todos católicos que colaboram com organizações comunistas e afins.

O Vaticano, que tinha permanecido em silêncio contra a guerra e os excessos comunistas, adotou uma postura mais severa contra o comunismo em 1949. A decisão seguiu a exemplo de uma anterior de 1937, intitulado Divini Redemptoris, que foi uma forte crítica ao comunismo e suas variantes cristãs.

 

 

A Congregação para a Doutrina da Fé emitiu vários decretos sobre as seguintes categorias:

A defesa dos direitos da Igreja sobre a ordenação de bispos e atividades da Igreja e,

  A condenação de participação em partidos comunistas e organizações

Em 15 de julho de 1948, L’Osservatore Romano publicou um decreto sobre o comunismo, que excomungou os que propagam “os ensinamentos materialistas e anti-cristãos do comunismo”, que foi amplamente interpretado como uma excomunhão do Partido Comunista da Itália, que, no entanto, não foi mencionado no decreto. A Congregação para a Doutrina da Fé continuou a emitir condenações:

Congregação da Doutrina da Fé

 

– Filiação a partidos comunistas, 01 de julho de 1949.

– Excomunhão do bispo Dechet, 18 de fevereiro de 1950.

– Filiação a organizações da juventude comunista, 28 de setembro de 1950

– O usurpação de funções da Igreja pelo Estado, 29 de junho de 1950

– Ilegítimação de bispos ordenados pelo estado, 09 de abril de 1951

– Publicações favorecendo o comunismo totalitário, 28 de junho e 22 julho de 1955

O decreto foi confirmado em 1959 pelo Papa João XXIII quando foi anunciado que Fidel Castro foi excomungado por liderar a revolução comunista em Cuba.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Decreto_contra_o_comunismo

 

Fidel Castro

Decreto contra o comunismo

Papa Pio XII

 

Decreto do Santo Ofício em 1949

 

Q.1 licitum Utrum sentar, nomen communistarum partibus ousam vel praestare favorem eisdem.

[Por acaso é lícito dar o nome ou para fazer favores aos partidos comunistas?]

 

R. Negativo: Communismum materialisticus enim est et antichristianus; duces autem communistarum, ETSI verbis quandoque profitentur se oppugnare religionem não, se tamen, actione doctrina sive sive, Deo veraeque Religioni et Ecclesia Christi sere infensos ostendunt ESSE.

 

Q.2 licitum Utrum sentar edere, propagare libros legere vel, periodica, folia vel diaria, qua doutrina vel patrocinantur communistarum actioni, vel em scribere EIS.

[Por acaso é lícito publicar, promulgar ou ler livros, revistas ou folhetos que defendem a ação ou a doutrina comunista, ou escrever para eles?]

 

R. Negativo: ipso iure Prohibentur enim

 

Q.3 Utrum Christifideles, actus qui, de Quibus no n.1 et 2, posuerint intencionalidade et Libéré, ad possint admitti Sacramenta.

[Os cristãos do que praticar os atos mencionados no n.1 e 2 ser admitidos aos sacramentos?]

 

R. Negativo, secundum ordinaria principia de Sacramentis denegandis iis, qui non sunt dispositi

Q.4 Utrum Christifideles, Qui materialisticam doctrinam communistarum et anti profitentur Christianam, et in primis, eam Qui propagant vel defendunt, ipso facto, apostatae tamquan uma fé catholica, incurrant em excommunicationem speciali MoDo reservatam Apostolicae Sedi.

[Se os cristãos declaram abertamente a doutrina materialista e anticristã dos comunistas, e, principalmente, se defender ou promumulgate ela, “ipso facto”, eles incorrem em excomunhão (“speciali MoDo”) reservada à Sé Apostólica?]

 

R. Affirmative

 

Comentários

 

Portanto, todos os católicos que votos para um partido comunista (que é uma maneira de fazer favor) ou que as filiais em um partido comunista, ou que escreve livros filo-comunistas, ou revistas estão excluídos dos sacramentos.

PT - Partido dos Trabalhadores

 

Aqueles que defendem, promulgar ou declarar o materialismo dos comunistas são também automaticamente excomungados.

Esse decreto do Santo Pio XII Office, confirmado por João XXIII em 1959 ainda é válido. De fato, Pio XII trabalhou pessoalmente contra o comunismo na Itália.

Tal condenação do comunismo se soma a outras condenações feitas por Pio IX, Leão XIII, São Pio X, Pio XI, Pio XII (que condenou em outras oportunidades), João XXIII, Paulo VI, o Concílio Vaticano II (que reiterou as condenações precedentes) e João Paulo II.

Tem sido mais de 100 anos que a Igreja Católica condena o comunismo, socialismo e qualquer tipo de materialismo e do igualitarismo material. A pena para quem desobedecer a proibição de ajudar o comunismo (ou suas variantes) sob qualquer aspecto (incluindo a votação dos partidos filo-comunistas) é a excomunhão automática.

 

“Socialismo religioso, socialismo cristão são termos contraditórios, pois ninguém pode ser, ao mesmo tempo, bom católico e verdadeiro socialista.” (Pio XI)

Fonte: http://www.montfort.org.br/index.php?secao=documentos&subsecao=decretos&artigo=anticomunismo&lang=eng

 

-Quem fez aborto, quem indicou médicos, enfermeiros, clinica abortiva, quem apoiou o aborto através de partido político ou candidato abortista através do voto está excomungado?

Sim.

 

O CIC, Catecismo da Igreja Católica, Nº 2272 diz:

A cooperação formal para um aborto constitui uma falta grave (COOPERAÇÃO FORMAL: médicos, enfermeiras, anestesistas, acompanhantes, pessoas que sugerem, aconselham, apóiam, indicam clinicas. Partido político e políticos a favor do aborto e seus eleitores).

   A Igreja sanciona com uma pena canônica de excomunhão este delito contra a vida humana. “Quem provoca aborto,  seguindo-se o efeito, incorre em  excomunhão latae sententiae” “pelo próprio fato de cometer o delito” e nas condições previstas pelo Direito. Com isso, a Igreja não quer restringir o campo da misericórdia. Manifesta, sim, a gravidade do crime cometido, o prejuízo irreparável causado ao ‘inocente morto, a seus pais e a toda a sociedade.

 

Casos para a Excomunhão

 

 O Código de Direito Canónico prevê desde 1983 nove casos para a pena de excomunhão:

9 INFRAÇÕES QUE EXCOMUNGAM

Aborto

 

 

Profanação da eucaristia

Qualquer gesto contra a hóstia e o vinho ou mesmo blasfêmia.

 

Violência física contra o pontífice

Qualquer ato de agressão ao Papa.

 

 

Consagração ilícita de um bispo sem mandato pontifical

Quando um bispo consagra outros sem ter recebido autorização superior

 

Bispo ilícito da Associação Patriótica excomungado latae sententiae

 

Absolvição por um sacerdote do cúmplice do pecado da carne

Quando um padre absolve seu parceiro de pecado – de corrupção ou relação sexual.

Violação direta do segredo da confissão

Quando um padre revela o que lhe foi confessado

 

 

Apostasia

Quando se desvia do sentido da fé ou se manifesta independência em relação ao poder central da Igreja

 

Martinho Lutero - Fundador do Protestantismo

Cisma

Criação de um grupo com outras idéias em relação à fé cristã, divisão da Igreja

 

Allan Kardec - Fundador do Espiritísmo

Heresia

Doutrina ou linha de pensamento contrária ou diferente da estabelecida

 

INRI CRISTO - O Emissário do PAI - Cristo Brasileiro

 

Professor Vissarion - O Jesus Russo

 

Jesus Cristo Hombre - Fundador da Seita Crescendo em Graça

 

Tipos de excomunhão:

 

– Excomunhão ferendae sententiae – A que é decretada pela autoridade eclesiástica, aplicando a pessoa ou pessoas determinadas as sanções que a religião tem estabelecidas como condenação da falta cometida.

 

– Excomunhão latae sententiae – Aquela em que o fiel incorre no momento que comete a falta previamente condenada pela religião.

 

– Excomunhão de participantes – Aquela em que incorrem os que se associam com o excomungado declarado ou público.

 

– Excomunhão menor – É limitada apenas à privação dos sacramentos.

 

– Excomunhão maior – É aplicada contra os cristãos que têm incorrido em heresia ou em determinados pecados de escândalo, privando o excomungado de receber e administrar os sacramentos, de assistir aos ofícios religiosos, da sepultura eclesiástica, dos sufrágios da religião, de toda dignidade eclesiástica, do relacionamento com os demais fiéis, etc. Quando a Excomunhão Maior se pronuncia solenemente ou num concílio e vai contra a heresia, chama-se também anátema, ou seja, os excomungados são considerados amaldiçoados.

 

Excomunhão de Martinho Lutero

Para o crecimento da verdade e defesa da nossa igreja católica deixe seu comentário e divulgue esta materia.

Deus nos Abençoe

Marcus Eliezer

Carta sobre aborto é ‘documento oficial’, diz diocese de Guarulhos

Bispo de Guarulhos,Dom Luiz Gonzaga Bergonzini.

Conteúdo da carta foi aprovado pela CNBB-Regional Sul-1.
Diocese da cidade pediu a revogação de liminar que apreendeu material.

A diocese de Guarulhos garantiu, em entrevista coletiva neste sábado (23), que o conteúdo do material impresso em gráfica no bairro do Cambuci, em São Paulo, pedindo que fiéis não votem na candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, é verdadeiro e documento oficial da Igreja, reconhecido pela regional Sul-1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O material impresso traz mensagem contrária ao aborto e foi distribuído pelo bispo de Guarulhos, Dom Luiz Gonzaga Bergonzini.

O bispo ganhou notoriedade nestas eleições ao pedir aos fieis que não votem em Dilma Rousseff. Nesta quinta-feira (21), ele recebeu apoio da CNBB. Dom Geraldo Lyrio Rocha, presidente da entidade, afirmou que a ação do bispo de Guarulhos está “dentro da normalidade”.

Segundo a diocese de Guarulhos, o texto do material impresso foi elaborado durante assembleia geral da Regional Sul-1, realizada em 03 de julho, que contou com a presença de 57 pessoas, entre bispos e leigos. Entre os presentes, estavam o bispo Dom Nelson Westrupp, um dos que assinam a carta “Apelo a todos os brasileiros e brasileiras”, que contém a recomendação para evitar o voto na candidata do PT à presidência nacional.

“São 45 dias para sair este documento, não tem como ser apócrifo”, afirmou João Carlos Biagini, advogado da diocese e um dos que assinam o pedido de revogação da liminar obtida pela candidatura de Dilma Rousseff, que permitiu à Polícia Federal apreender o material impresso na gráfica Pana, na zona sul da capital paulista.

Segundo o texto do pedido de revogação da liminar, a própria CNBB-Regional Sul-1 contratou a impressão de 100 milheiros, no formato A-4, na empresa Artes Gráficas Prática Ltda-ME. O serviço de impressão, no formato de panfleto, foi feito na gráfica Pana em função do “preço e capacidade para executar o serviço”. A diocese ainda destacou que o mesmo local já fora utilizado pelo PT.

Ao todo, foram 2,1 milhões de panfletos impressos. A decisão pela apreensão foi baseada na falsidade do documento e na suposta existência de crime eleitoral e foi feita pelo ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Henrique Neves da Silva. “[A decisão] é uma violência à Igreja, a mim e à gráfica”, disse Dom Luiz Gonzaga Bergonzini. Ele também afirmou que continuará a lutar contra medidas pró-aborto, mesmo no caso de Dilma ser eleita.

Bergonzini negou apoio a qualquer candidato, mas disse que tem o direito de desaconselhar o voto a quem defenda o aborto. “Não acredito em partido político algum. Sou político, mas não sou partidário”, afirmou o bispo. “O PT aceita o aborto até o 9º mês de gravidez. Tenho o direito como cidadão e o dever como bispo de alertar contra isso.”

A diocese de Guarulhos conta com uma população de 1,3 milhão de habitantes, ficando atrás apenas de bairros da capital como São Miguel Paulista, com 2,5 milhões de pessoas.

Fonte: G1 – Globo

DOM BENI REAFIRMA SUA POSIÇÃO E DIZ QUE DOCUMENTO É LEGÍTIMO E DEVE SER AMPLAMENTE DISTRIBUÍDO

ATENÇÃO SENHORES BISPOS, PADRES E LEIGOS DE NOSSA IGREJA QUE CONTINUAM CALADOS DIANTE DESSA PRESSÃO DA DITADURA DO PT, CUIDAI PARA QUE ESSA PALAVRA NÃO CAI SOBRE VÓS:

“Não temais aqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma; temei antes aquele que pode precipitar a alma e o corpo na geena”. (Mt 10,28)

Temei a Deus e não a homens, pois eles nada podem fazer além de matar o corpo… Antes temei a Deus para que você mesmo não seja o assassino de sua alma, condenando-a ao inferno por uma postura de omissão. Deixar de fazer um bem já é um mal!

Este áudio, com legendas, imagem e som de melhor qualidade do que o anterior, postado neste canal em 06/10/2010, mostra o Padre LEO TARCÍSIO GONÇALVES PEREIRA, falecido em 2007, da Comunidade CANÇÃO NOVA, denunciando aos Católicos do BRASIL, durante uma homília, que o ex-Ministro do Planejamento e ex-Ministro da Saúde JOSÉ SERRA no Governo do ex-Presidente FERNANDO HENRIQUE CARDOSO, assinou portaria regulamentando o aborto no BRASIL.
A regulamentação do aborto no BRASIL foi feita com base no PLS – Projeto de Lei do Senado número 78, de 1993, de autoria da Senadora EVA BLAY (PSDB).

Primeiro catecismo cristão: “o caminho da morte é… dos assassinos de crianças”

“Não matarás, não cometerás adultério… Não matarás criança por aborto nem criança já nascida” (2,2).“O caminho da morte é… dos assassinos de crianças” (5,2). 

“Súplica pelos cristãos”: “os que praticam o aborto são homicidas e prestarão contas a Deus”

“Súplica pelos cristãos”: “os que praticam o aborto são homicidas e prestarão contas a Deus”
Atenágoras (†181) de Atenas escreveu uma “Súplica pelos cristãos” endereçada ao imperador Marco Aurélio, na qual lê-se: 

“Os que praticam o aborto cometem homicídio e irão prestar contas a Deus, do aborto. Por que razão haveríamos de matar? Não se pode conciliar o pensamento de que a mulher carrega no ventre um ser vivo, e, portanto objeto da Providência divina, com o de matar cedo o que já iniciou a vida…” (3, 10)

Concílio de Ancara: dez anos de penitência para as mulheres que fizerem aborto

Concílio de Ancara: dez anos de penitência para as mulheres que fizerem aborto

Nos primeiros séculos, as mulheres culpadas de aborto ficavam excluídas da Igreja até a morte. O Concílio atenuou essa penalidade nos seguintes termos:

“As mulheres que fornicam e depois matam os seus filhos ou que procedem de tal modo que eliminem o fruto de seu útero, segundo uma lei antiga são afastadas da Igreja até o fim da sua vida. Todavia num trato mais humano determinamos que lhes sejam impostos dez anos de penitência segundo as etapas habituais”.

Concílio de Ancara, Ásia Menor, ano 314, cânon 20, apud Hardouin, Acta Conciliorum; Paris 1715, t. I, col. 279.

Beato Pio IX: “excomungamos os que praticam aborto”

Beato Pio IX: “excomungamos os que praticam aborto”

“Declaramos estar sujeitos a excomunhão latae sententiae (anexa diretamente ao crime) os que praticam aborto com a eliminação do concebido” (Bula Apostolicae Sedis de 12/10/1869).

Pio XI: Deus é juiz e vingador do sangue inocente, que da terra clama ao céu

Pio XI: Deus é juiz e vingador do sangue inocente, que da terra clama ao céu
63. Mas devemos recordar ainda, Veneráveis Irmãos, outro gravíssimo delito por que se atenta contra a vida da prole escondida ainda no seio materno.Uns julgam que isso é permitido e deixado ao beneplácito da mãe e do pai. Outros, todavia, o consideram ilícito a não ser que haja gravíssimas causas, que chamam indicação médica, social, eugênica. 

Todos estes exigem que, no que se refere às leis penais do Estado, pelas quais é proibida a morte da prole gerada mas ainda não nascida, as leis públicas reconheçam a declarem livre de qualquer castigo a indicação que preconizam e que uns entendem ser uma e outros entendem ser outra. E até não falta quem peça que as autoridades públicas prestem o seu auxílio nessas operações assassinas, o que, ai! todos sabem quão freqüentissimamente acontece em certos lugares.

“NÃO MATAR”

64. No que respeita, porém, à “indicação médica e terapêutica” — para Nos servirmos de suas próprias palavras — já dissemos, Veneráveis Irmãos, quanta compaixão sentimos pela mãe a quem o cumprimento do seu dever natural expõe a graves perigos da saúde e até da própria vida;mas que causa poderá jamais bastar para desculpar de algum modo a morte direta do inocente?Porque é desta que aqui se trata.

Quer a morte seja infligida à mãe, quer ao filho, é contra o preceito de Deus e a voz da natureza: “Não matar” (Ex 20, 13; Cf. Decr. Santo Ofício, 4 maio 1898, 24 julho 1895, 31 maio 1884). A vida de um e de outro é de fato coisa igualmente sagrada, que ninguém, nem sequer o poder público, terá jamais o direito de destruir.

Insensatissimamente se faz derivar contra os inocentes o jus gladii, que não tem valor senão contra os culpados; também de maneira nenhuma existe aqui o direito de defesa até ao sangue contra o injusto agressor (pois quem chamará injusto agressor a uma criancinha inocente?); tampouco o chamado direito de extrema necessidade, que pode ir até à morte direta do inocente.

Os médicos que têm probidade e ciência profissional louvavelmente se esforçam por defender e conservar ambas as vidas, a da mãe e a do filho; pelo contrário, mostrar-se-iam indigníssimos do nobre título e da glória de médicos aqueles que, sob a aparência de arte médica ou movidos de mal-entendida compaixão, se entregassem a práticas assassinas.

65. E tudo isto está plenamente de acordo com as severas palavras com que o Bispo de Hipona [Santo Agostinho] se insurge contra oscônjuges depravados que procuram evitar a prole e, não obtendo êxito, não receiam matá-la criminosamente. Diz ele:

“Algumas vezes essa crueldade impura ou impureza cruel chega ao ponto de recorrer aos venenos da esterilidade, e, se com eles nada consegue, procura extinguir de algum modo no ventre materno o fruto concebido e livrar-se dele, preferindo que a prole morra antes de viver ou se já vivia no ventre seja morta antes de nascer. Sem dúvida, se ambos assim são, não são cônjuges; e, se tais foram desde princípio, não se uniram por matrimônio, mas por ilícitas relações; se, porém, ambos assim não são, ouso dizer: ‘ou ela é de algum modo meretriz do marido, ou ele adúltero da mulher’” (S. Agostinho, De nupt. et concupisc. c. XV).

66. Aquilo, porém, que se propõe acerca da indicação social e eugênica pode e deve ser tomado em consideração, contanto que se proceda de modo lícito e honesto e dentro dos devidos limites; mas, quanto a querer prover à necessidade em que se apóia com a morte dos inocentes, repugna à razão e é contrário ao preceito divino, promulgado aliás por aquelas palavras apostólicas: “não se deve fazer mal para que daí venha bem” (Cf. Rom. III, 8).

67. Aqueles, enfim, que têm o supremo governo das nações e o poder legislativo não podem licitamente esquecer-se de que é dever da autoridade pública defender a vida dos inocentes com leis oportunas e sanções penais, tanto mais quanto menos se podem defender aqueles cuja vida está em perigo e é atacada, entre os quais ocupam, sem dúvida, o primeiro lugar as crianças ainda escondidas no seio materno.

Se os magistrados públicos não só não defenderem essas crianças mas, por leis e decretos, as deixarem ou até entregarem a mãos de médicos ou de outros para serem mortas, lembrem-se de que Deus é juiz e vingador do sangue inocente, que da terra clama ao céu (Cf. Gn 4, 10).

Encíclica “Casti Connubii”, 31 de dezembro de 1930.

Congregação para a Doutrina da Fé: “Não matarás o embrião por meio do aborto, nem farás que morra o

Congregação para a Doutrina da Fé: “Não matarás o embrião por meio do aborto, nem farás que morra o

“A Igreja afirmou, desde o século I, a malícia moral de todo o aborto provocado. E esta doutrina não mudou. Continua invariável. O aborto direto, isto é, querido como fim ou como meio, é gravemente contrário à lei moral: «Não matarás o embrião por meio do aborto, nem farás que morra o recém-nascido» (Didaké 2, 2; cf. Epistola Pseudo Barnabae 19. 5; Epistola a Diogneto 5, 6: Tertuliano, Apologeticum, 9, 8).

“«Deus […], Senhor da vida, confiou aos homens, para que estes desempenhassem dum modo digno dos mesmos homens, o nobre encargo de conservar a vida. Esta deve, pois, ser salvaguardada, com extrema solicitude, desde o primeiro momento da concepção; o aborto e o infanticídio são crimes abomináveis» (Gaudium et spes, 51).

“A colaboração formal num aborto constitui falta grave. A Igreja pune com a pena canônica da excomunhão este delito contra a vida humana.

“«Quem procurar o aborto, seguindo-se o efeito («effectu secuto») incorre em excomunhão latae sententiae (CIC can. 1398), isto é, «pelo facto mesmo de se cometer o delito» (CIC can. 1314) e nas condições previstas pelo Direito (cf. CIC can. 1323-1324).

“A Igreja não pretende, deste modo, restringir o campo da misericórdia. Simplesmente, manifesta a gravidade do crime cometido, o prejuízo irreparável causado ao inocente que foi morto, aos seus pais e a toda a sociedade”.

Esclarecimento da Congregação para a Doutrina da Fé sobre o aborto provocado, in L’Osservatore Romano”, 11 de julho de 2009.

Pio XII: aborto é sempre grave e ilícito atentado à vida humana

Pio XII: aborto é sempre grave e ilícito atentado à vida humana

“A vida humana inocente, de qualquer modo que se encontre, é subtraída, desde o primeiro instante de sua existência, a qualquer direto ataque voluntário.

“É este um direito fundamental da pessoa humana, de valor geral no conceito cristão da vida; válido tanto para a vida ainda escondida no seio da mãe, como para a vida já desabrochada fora dela; tanto contra o aborto direto como contra a direta morte da criança antes, durante e depois do parto.

“Porquanto fundada possa ser a distinção entre os diversos momentos do desenvolvimento de vida nascida ou ainda não nascida para o direito profano e eclesiástico e para algumas conseqüências civis e penais, segundo a lei moral, trata-se em todos estes casos de um grave e ilícito atentado à inviolabilidade da vida humana.

“Este princípio vale para a vida da criança, como para a da mãe. Jamais e em nenhum caso a Igreja ensinou que a vida da criança deve ser preferida à da mãe.

“É errôneo colocar a questão com esta alternativa: ou a vida da criança ou a da mãe. Não; nem a vida da mãe, nem a da criança, podem ser submetidas a um ato de direta supressão.

“Para uma outra parte, a exigência não pode ser senão uma; fazer todo esforço possível para salvar a vida de ambas, da mãe e da criança.”

Discurso ao Congresso “Fronte da Família” de 27 de novembro de 1951.

João Paulo II: “com a autoridade de Cristo e seus sucessores: o aborto é crime abominável”

João Paulo II: “com a autoridade de Cristo e seus sucessores: o aborto é crime abominável”
“Com a autoridade que Cristo conferiu a Pedro e aos seus Sucessores, em comunhão com os Bispos — que de várias e repetidas formas condenaram o aborto e que, na consulta referida anteriormente, apesar de dispersos pelo mundo, afirmaram unânime consenso sobre esta doutrina — declaro que o aborto directo, isto é, querido como fim ou como meio, constitui sempre uma desordem moral grave, enquanto morte deliberada de um ser humano inocente.“Tal doutrina está fundada sobre a lei natural e sobre a Palavra de Deus escrita, é transmitida pela Tradição da Igreja e ensinada pelo Magistério ordinário e universal”.

João Paulo II, encíclica “Evangelium vitae”, (n. 62)

Fonte: Extraído do site reporterdecristo.com tendo com créditos o site  http://revculturalfamilia.blogspot.com

Link da Reportagem http://reporterdecristo.com/destino-dos-que-praticam-o-aborto/

Irmãos, o atual Governo Brasileiro, esta introduzindo em nosso país um processo de destruição da fé, onde desde a educação nas escolas públicas e municipais estão voltadas para esse processo.

Essa matéria tem o intuito de formar a mente de cada cidadão brasileiro, e acima de tudo informar do grande mal que acontecerá se a candidata Dilma Rousseff assumir o governo do Brasil na disputa do segundo turno.

Consciente disso, espero que vejam este vídeo com calma e reflitam no que já esta acontecendo no governo Lula e irá se agravar com a vitória de Dilma Rousseff.

Vote em favor da vida diga não a Dilma! Não ao PT!

    Bem, como sabemos o Brasil irá para o segundo turno dia 31 de outubro, e as nossas opções são bem mais escassas, temos José Serra do PMBD e Dilma Roussef do PT, mas em quem votar? Vou lhes contarum pouco sobrea candidata do PT, e VOCÊ tire suas conclusões.Dilma Vana Rousseff (Belo Horizonte, 14 de dezembro de 1947) é uma economista e política brasileira,filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT). Foi ministra-chefe da Casa Civil durante o Governo Lula, e éatualmente candidata à Presidência da República, nas eleições de 2010.

    Nascida em família de classe média alta e educada de modo tradicional, interessou-se pelos ideaissocialistas durante a juventude, logo após o Golpe Militar de 1964. Iniciando na militância, passoupara a luta armada contra o regime militar, integrando organizações como o Comando de LibertaçãoNacional (COLINA) e a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR Palmares). Passou quase trêsanos presa entre 1970 e1972, primeiramente na Opan (onde passou por sessões de tortura) e depoisno DOPS.De 1952 a 1954, cursou a pré-escola no colégio Isabela Hendrix e a partir de 1955 iniciou o ensinofundamental no Colégio Nossa Senhora de Sion, em Belo Horizonte. Em 1964, prestou concurso eingressou no Colégio Estadual Central (atual Escola Estadual Governador Milton Campos), ingressandona primeira série do curso clássico (ensino médio). Nessa escola pública o movimento estudantil eraativo, especialmente por conta do recente golpe militar. De acordo com ela, foi nesta escola queficou “bem subversiva” e que percebeu que o mundo não era para “debutante”, iniciando sua educaçãopolítica. Ainda em 1964, ingressou na Política Operária – POLOP, uma organização fundada em 1961,oriunda do Partido Socialista Brasileiro, onde militou ao lado de José Aníbal. Seus militantes logo viram-se divididos em relação ao método a ser utilizado para a implantação do socialismo: enquanto algunsdefendiam a luta pela convocação de uma assembleia constituinte, outros preferiam a luta armada. Dilmaficou com o segundo grupo, que deu origem ao Comando de Libertação Nacional (COLINA). Para ApoloHeringer, que foi dirigente do COLINA em 1968 e havia sido professor de Dilma na escola secundária, ajovem escolheu a luta armada depois que leu Revolução na Revolução, de Régis Debray, um francês quehavia se mudado para Cuba e ficado amigo de Fidel Castro. Segundo Heringer, “O livro incendiou todomundo, inclusive a Dilma.”Foi nessa época que conheceu Cláudio Galeno Linhares, cinco anos mais velho, que também defendia aluta armada. Galeno ingressara na POLOP em 1962, havia servido no Exército, participara da sublevaçãodos marinheiros por ocasião do golpe militar e fora preso na Ilha das Cobras. Casaram-se em 1967,apenas no civil, depois de um ano de namoro.Atuação no COLINASegundo companheiros de militância, Dilma teria desenvoltura e grande capacidade de liderança,conseguindo impor-se perante homens acostumados a mandar. Não teria participado diretamente dasações armadas, pois era conhecida por sua atuação pública, tendo contatos com sindicatos, dandoaulas de marxismo e responsabilizando-se pelo jornal O Piquete. Apesar disso, aprendeu a lidar comarmamentos e a enfrentar a polícia.No início de 1969, o COLINA em Minas Gerais resumia-se a algumas dezenas de militantes, com poucodinheiro e poucas armas. Suas ações haviam se resumido a quatro assaltos a bancos, alguns carrosroubados e dois atentados a bomba, que não deixaram vítimas. Em 14 de janeiro, contudo, com a prisãode alguns militantes após um assalto a banco, outros reuniram-se para discutir como libertá-los. Aoamanhecer, foram surpreendidos com a ação da polícia na casa onde estavam e reagiram, usando umametralhadora do grupo para matar dois policiais e ferir um terceiro.Dilma e Galeno passaram a dormir cada noite em um local diferente, uma vez que o apartamento emque moravam era frequentado por um dos líderes da organização que fora preso. Tiveram que voltar aoapartamento escondidos para destruir documentos da organização. Ficaram ainda algumas semanasem Belo Horizonte, tentando reorganizar o que sobrara do grupo. Cientes que as casas de seus paiseram vigiadas (a família não conhecia o grau de envolvimento de Dilma com essas atividades), Galenoainda teve que passar por uma mudança física, quando um retrato falado seu foi divulgado como sendoum dos participantes do assalto ao banco (o que ele nega). Em março, o apartamento foi invadido,mas nenhum documento interno da organização foi encontrado. Perseguidos na cidade, a organizaçãoordenou que fossem para o Rio de Janeiro. Dilma tinha 21 anos e concluíra o segundo ano de Economia.“Há uma perda intrínseca para o país quando essaexperiência de uma juventude que se jogou na lutademocrática, se jogou no combate para construir umpaís melhor (…) [é] perdida por morte.”— Dilma Rousseff, em 2008, durantehomenagem a onze ex-alunos daUFMG mortos em decorrência docombate ao regime militar.Era grande a quantidade de mineiros da organização no Rio (inclusive Fernando Pimentel, que tinha 18anos quando a perseguição foi iniciada e recusou-se a seguir as ordens de seu pai de se entregar aoExército, entrando na clandestinidade), não havendo infraestrutura para abrigar a todos. Dilma e Galenoficaram um período na casa de uma tia de Dilma, que imaginava que o casal estava de férias. Maistarde, ficaram num pequeno hotel e então num apartamento, até Galeno ser enviado pela organizaçãoa Porto Alegre. Dilma permaneceu no Rio, onde ajudava a organização, participando de reuniõese transportando armas e dinheiro. Nessas reuniões, conheceu o advogado gaúcho Carlos FranklinPaixão de Araújo, então com 31 anos, por quem se apaixonou e com quem viria a viver por cerca de 30anos. Araújo era chefe da dissidência do Partido Comunista Brasileiro (PCB, também conhecido comoo “Partidão”), e abrigara Galeno em Porto Alegre. A separação de Galeno foi pacífica. Como afirmouGaleno, “naquela situação difícil, nós não tínhamos nenhuma perspectiva de formar um casal normal.”Araújo era filho de um renomado advogado trabalhista e havia começado cedo na militância, no PCB.Havia viajado pela América Latina(inclusive conhecendo Fidel Castro e Che Guevara) e já havia sidopreso por alguns meses em 1964. Com a edição do AI-5, em 1968, ingressou na luta armada. No iníciode 1969, passou a tratar da fusão de seu grupo com o COLINA e a Vanguarda Popular Revolucionária -VPR, liderada por Carlos Lamarca. Dilma participou de algumas reuniões sobre essa fusão, que acabouformalizada em duas conferências em Mongaguá, dando origem a Vanguarda Armada RevolucionáriaPalmares (VAR Palmares). Dilma e Araújo estiveram presentes, assim como Lamarca, que teria ficadocom a impressão de que Dilma era “metida a intelectual”. Ela teria defendido um trabalho político pelasbases, criticando a visão militarista que era a característica da VPR.Meus irmão, se isso não bastou para você???
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