Socialismo


prefeita-ptralha

A prefeita não cita nomes para sua sucessão em 2012, mas garante que vai buscar eleger algum aliado para dar continuidade à sua gestão

“Eu me preparo para eleger até um poste. E sem luz!” Foi assim que a prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins (PT), reagiu ao ser indagada sobre os preparativos para sua sucessão em 2012, uma incógnita até aqui pela ausência de nomes para disputar a Prefeitura. Luizianne, contudo, não quis citar possíveis candidatos, mas garantiu que, como qualquer chefe do Executivo, quer eleger seu substituto para dar continuidade a uma gestão que, apesar de tantas críticas, será, segundo ela, reconhecida por muitos projetos importantes que estão sendo implantados.

A prefeita reconheceu que sua administração é alvo de críticas e questionamentos, mas observou que “não é fácil gerir uma máquina diante de tanta burocracia”. Lembrou que tem boas intenções, mas que, às vezes, esbarram nessa burocracia de licitações que acabam questionadas por derrotados, por tribunais de contas, na tramitação de ministérios e na falta de recursos. “Penso até um dia em escrever um livro sobre isso tudo”, acentuou, antes de seguir para Brasília, para participar do lançamento da segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2).

Indagada sobre a demora na entrega das obras do Estádio Presidente Vargas, reiterou que isso também é resultado da burocracia. Luizianne afirma que não divulgará mais data de entrega de obra nenhuma, porque, quando faz isso, acaba surpreendida pela burocracia ou algum outro tipo de problema que foge do seu alcance. “A intenção é entregar com qualidade e não foi feito só restauro. É obra pra valer!” Outra obra para a qual Luizianne se recusa a dar uma nova data de entrega é o Hospital da Mulher, promessa da primeira gestão.

Também com olhos para 2012, Luizianne reforçou que continua “tranquila” sua relação com o governador Cid Gomes (PSB), apesar de “muitos quererem criar todo dia uma briga nessa relação”. Para Luizianne, essa é uma relação “virtuosa”. “A gente se entende muito e tenta preservar a ordem”, reforçou.

Anúncios

Para aqueles que dizem que o Brasil só cresceu com o governo Lula e só tem a melhorar…

Não se engane…

Dilma+Lula+MST= Um Futuro de Desgraças para o Brasil!

A seguir videos que denunciam a corrupção do Partido dos Trabalhadores e seu envolvimento com o MST. 

LULA AMEAÇA BORIS CASOY

É costume dos comunistas ameaçar e vingar-se quando estiver do poder total.

Foi assim com Stalin, Fidel Castro, Ivo Morales, Ugo Chaves, etc, etc.

Aqui Lula ameaça Casoy que se apavora, pois sabe que comunista é capaz de…

NÃO VOTE DILMA PIOR DO QUE TÁ FICA!

#DilmaNão

“Os Fatos estão ai, você realmente colocará no poder uma pessoa assim? Reflita…”

Este áudio, com legendas, imagem e som de melhor qualidade do que o anterior, postado neste canal em 06/10/2010, mostra o Padre LEO TARCÍSIO GONÇALVES PEREIRA, falecido em 2007, da Comunidade CANÇÃO NOVA, denunciando aos Católicos do BRASIL, durante uma homília, que o ex-Ministro do Planejamento e ex-Ministro da Saúde JOSÉ SERRA no Governo do ex-Presidente FERNANDO HENRIQUE CARDOSO, assinou portaria regulamentando o aborto no BRASIL.
A regulamentação do aborto no BRASIL foi feita com base no PLS – Projeto de Lei do Senado número 78, de 1993, de autoria da Senadora EVA BLAY (PSDB).

15 de outubro de 2010

Dilma resiste a assinar manifesto antiaborto

A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, resiste a assinar uma carta assumindo o compromisso de não enviar ao Congresso projetos de lei que permitam a legalização do aborto e o casamento entre homossexuais. Evangélicos que se encontraram com ela e com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na quarta-feira, porém, cobram a promessa por escrito. O comando da campanha petista avaliou ontem que, além de já ter divulgado um manifesto intitulado Carta ao Povo de Deus, em agosto, Dilma pode perder mais votos do que ganhar, ao se posicionar, por exemplo, contra o casamento gay.

Na Carta ao Povo de Deus, distribuída em templos e igrejas no primeiro turno, Dilma tentou se aproximar dos cristãos. “Cabe ao Congresso a função básica de encontrar o ponto de equilíbrio nas posições que envolvam valores éticos e fundamentais, muitas vezes contraditórios, como aborto, formação familiar, uniões estáveis (…)”, escreveu ela. Além disso, Dilma já se comprometeu verbalmente a não mudar a lei que prevê o aborto em caso de estupro e risco de morte para a mãe.

A saída para o impasse, agora, será um documento de apoio à candidata escrito por pastores e políticos que integram a Frente Parlamentar Evangélica. Os signatários deixarão claro no texto que Dilma não vai interferir em questões religiosas, caso seja eleita para o Palácio do Planalto. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte:http://liberatveritas.wordpress.com/2010/10/15/dilma-resiste-a-assinar-manifesto-antiaborto/

Marcel de Corte

Venho novamente falar da fascinação que o socialismo marxista exerce em alguns católicos, jovens e velhos, ingênuos ou maliciosos. À primeira vista, aqui reside um mistério. Vejo homens que se apresentam como adversários do marxismo, mas que conferem todavia à doutrina ou àqueles que a professam a posição privilegiada de ponto de referência. Nada escrevem, nada fazem, nada iniciam sem antes se perguntar em que posição se situa seus pensamentos e atos em relação ao socialismo e aos adeptos de sua ortodoxia. Parece que sua preocupação dominante é sublinhar as semelhanças (e por vezes as diferenças) de atitudes diante das questões sociais e políticas.

Seria vão dizer que isso é tática e manobra. Não se ocupa os postos elevados dum partido, contando somente com o apoio deste mesmo partido. Um partido só tem sentido em relação aos demais partidos. Para triunfar, o acordo tácito dos adversários é quase sempre necessário. A longa experiência dos governos de coalizão é prova inconteste disso. Alça-se num átimo um indivíduo obscuro aos primeiros postos, não por nele confiarem seus partidários, mas sob a pressão oblíqua dos opositores. Assim vê-se, na multidão que sitia a entrada do guichê, correntes adversas conduzirem rapidamente o hábil aproveitador em direção ao alvo. Os demais ficam de mãos abanando. Para ele, basta se esgueirar até o ponto de tangência dos movimentos contrários. É um método bem conhecido hoje em dia, com resultados comprovados. Uma pessoa tem em vista menos “os seus” que “os outros”. Eis o abc do que denominamos política.

No entanto, esta é uma explicação curta demais. Atualmente, o político há-de ter como bagagem um mínimo de “idéias” e de “filosofia”, umaweltanschauung, no dizer dos alemães, uma visão do mundo e da sociedade. É algo que pareceria ridículo a nossos ancestrais. Por exemplo, um Rechelieu ou um Henrique IV não possuíam nem sistema nem doutrina. Era-lhes suficiente o sólido bom senso, o sentido do concreto e dos fatos, o prazer em servir, a aptidão para o comando e a intuição do bem. Hoje não é mais assim. O político considera mais a opinião dos eleitores sobre os fatos que os fatos em si mesmos. Não procura saber se as opiniões são verdadeiras ou falsas, razoáveis ou loucas, justas ou injustas. Para ele, é obrigação inelutável curvar-se a isso, sob a pena de desaparecer do cenário político. Ora, a opinião é essencialmente cambiante, móvel, incerta. Ontem, quem era pela guerra, hoje é pela paz, ou vice-versa. Para trabalhar com segurança neste fluído complexo, é preciso solidificá-lo. Os sistemas e as modernas doutrinas políticas desempenham esse papel de rolo compressor. Cabe-lhes comunicar aos homens uma ortodoxia, um conjunto de idéias invariáveis, capazes de resistir aos desmentidos da experiência, na medida do possível. A posição do político encontra-se consolidada. Tem seus fiéis, sua “Igreja”, seu “credo”, seus “dogmas”. Em tal ambiente, a política tende a se tornar religião, sistema teológico da vida social e, em certos casos privilegiados, crença “mística” inabalável.

Neste plano, o cristão está definitivamente em desvantagem, frente aos concorrentes incrédulos. Antes de tudo, ele tem uma religião de caráter bem diverso, visto que é sobrenatural. Mais ainda, a despeito das inúmeras tentativas em contrário, em vão escrutará o Evangelho para descobrir aí uma doutrina social ou política. A Boa Nova transcende a tais preocupações. É testemunha disso o desprezo soberano do Cristo: “Daí a César o que é de César…”. Antes do mais, o cristianismo é pessoal, dirige-se à fina extremidade da alma. Ele só é social, só edifica a sociedade cristã à proporção que é pessoal, que impregna a alma, introduzindo nas relações do homem com o próximo o lubrificante da caridade. O Cristo não fora o “primeiro socialista” ou “o primeiro democrata”, como afirma a exegese arrevesada, mas simplesmente o primeiro cristão. Finalmente, enquanto terrestre, a Igreja possui uma doutrina social, inclusive um sentido político, que apregoa a fim de harmonizar a natureza decaída do homem com sua missão sobrenatural. Não é uma doutrina opinativa, mas uma sociologia baseada na experiência, na tradição, nas constantes da vida social e nas grandes e eternas colunas que mantêm o equilíbrio dos edifícios humanos. Como tal ensinamento atrairia as pessoas, se não é fundado na opinião? Neste domínio, ela é inerme. Conta-se desta feita nos dedos os políticos cristãos que prestaram atenção às Encíclicas e no Syllabus.

Nesta perspectiva, é quase inevitável que o político cristão, caso não tome cuidado, sofra a atração do sistema socialista. O marxismo é um sistema acomodado para solidificar a opinião instável. Ele não promete aos cidadãos isso ou aquilo, mas tudo, a felicidade total e definitiva. A opinião, imbuída de esperança, se estabiliza, assegurando ao mesmo tempo aos organizadores do engenhoso sistema um poder inamovível. Ora, este é o sonho de qualquer político: convivendo com a instabilidade de opinião, tem por fim único estabilizá-la, para assim estabilizar-se a si. Por isso, é importante para ele possuir uma Weltanschauung, uma visão total, a promessa duma filosofia do universo e da humanidade. O político cristão que adentra nesta engrenagem, logo vai se forjar uma visão do mundo, análoga à do marxismo, porque total. Na cabeça de muitos, é certo que este sistema é mais gelatinoso que sólido. Não se decide os destinos do mundo só com a cabeça sem correr o risco de vê-lo atolar-se na lama.

O segredo da conveniência entre o marxismo e um certo cristianismo é não haver segredo. A convergência é simplesmente o resultado duma política falseada desde o início.

Fonte: permanencia.org.br